29/08/2022 às 09h04min - Atualizada em 30/08/2022 às 00h07min

Dólar fecha em queda com perspectiva de fluxo

Nesta segunda-feira, o dólar recuou 0,88%, vendido a R$ 5,0329 - menor patamar de fechamento desde 15 de junho deste ano (R$ 5,0265).

G1
https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/08/29/dolar.ghtml
Nesta segunda-feira, o dólar recuou 0,88%, vendido a R$ 5,0329 - menor patamar de fechamento desde 15 de junho deste ano (R$ 5,0265). O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (29), com o real entre as divisas de melhor desempenho no dia, na esteira da fraqueza da moeda norte-americana no exterior, nova alta das commodities e expectativas de fluxo ao Brasil.
O dólar recuou 0,88%, vendido a R$ 5,0329. Veja mais cotações. Trata-se do menor patamar de fechamento desde 15 de junho deste ano (R$ 5,0265)
Na sexta-feira, a moeda fechou em queda de 0,67%, a R$ 5,0776. Com o resultado desta segunda-feira, acumula queda de 1,87% no mês. No ano, tem desvalorização de 8,92% frente ao real.

o
LEIA TAMBÉM:
Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro?
Qual o melhor momento para comprar a moeda?
Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
Entenda: O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real
O que está mexendo com os mercados?
De acordo com a agência Reuters, o real seguiu amparado por uma combinação de retornos mais altos da renda fixa, com ciclo de alta de juros provavelmente terminado, e perspectiva de mais vendas de produtos agrícolas do Brasil à China.
As indicações de atividade econômica brasileira resiliente, apesar das incertezas domésticas e globais também têm chamado atenção, atraindo fluxo estrangeiro para a bolsa, o qual passa pelo mercado de câmbio.
"A recuperação das commodities explica esse desempenho superior do real", disse Rodolfo Margato, economista da XP, lembrando que a moeda brasileira vinha de um ponto de partida mais fraco no fim de maio e por algumas semanas posteriormente registrou depreciação mais forte que alguns de seus pares.
Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que a confiança da indústria subiu em agosto, recuperando parte das perdas do mês anterior.
O boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostrou que os economistas do mercado financeiro reduziram de 6,82% para 6,7% a estimativa de inflação para este ano.
Para o PIB, a expectativa é de uma alta de 2,10% em 2022, contra 2,02% previsto anteriormente. Já para 2023, a previsão de alta recuou de 0,39% para 0,37%. A semana prevê ainda a divulgação dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, quando é esperado novo resultado positivo.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/08/29/dolar.ghtml


Link
Tags »
Notícias Relacionadas »
Mande sua denuncia, vídeo, foto
Atendimento
Mande sua denuncia, vídeo, foto, pra registrar sua denuncia