27/07/2022 às 09h03min - Atualizada em 28/07/2022 às 00h12min

Dólar fecha em forte queda com Fed acenando para alta menor dos juros

Nesta quarta-feira (27), moeda norte-americana recuou 1,85%, vendida a R$ 5,2502.

G1
https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/07/27/dolar.ghtml
Nesta quarta-feira (27), moeda norte-americana recuou 1,85%, vendida a R$ 5,2502. O dólar fechou em forte queda nesta quarta-feira (27), com o banco central dos Estados Unidos limitando apostas de aumentos mais agressivos dos juros por lá.
A moeda norte-americana encerrou o dia vendida a R$ 5,2502, em queda de 1,85%. Veja mais cotações. Trata-se do menor patamar de fechamento desde 30 de junho (R$ 5,2327).
Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 0,38%, a R$ 5,3492. Com o resultado desta quarta, acumula alta de 0,33% no mês. No ano, tem desvalorização de 5,82%.

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Os mercados avaliaram a decisão de política monetária do Federal Reserve (BC dos EUA). Nesta quarta-feira, o Fed voltou a aumentar a taxa de juros do país em 0,75 ponto percentual, para uma faixa de 2,25% a 2,5%.
Taxas de juros mais elevadas nos Estados Unidos tendem a reforçar o fluxo de dólares para aquele país, fazendo a cotação da moeda subir em relação ao real. A avaliação, no entanto, é que a alta veio em linha com o esperado – investidores temiam que a taxa poderia ser elevada em 1 ponto percentual.
Além disso, houve algum reconhecimento de desaceleração da economia norte-americana. E em coletiva de imprensa o chefe da instituição, Jerome Powell, afirmou que em algum momento a magnitude do aperto nos juros diminuirá, esvaziando apostas até mesmo de nova alta de 0,75 ponto.
Ainda assim, o Fed reforçou compromisso em levar a inflação à meta de 2%, buscando um pouso suave para a economia - o que aliviaria temores de recessão por trás do mau humor dos mercados nas últimas semanas.
Na cena local, permanecem no radar de investidores temores sobre a credibilidade do Brasil, que foi abalada recentemente por uma emenda constitucional que amplia e cria uma série de benefícios sociais, prevendo despesas fora do teto de gastos a apenas alguns meses das eleições presidenciais.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/07/27/dolar.ghtml


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