23/11/2021 às 19h26min - Atualizada em 23/11/2021 às 19h26min

Ibero-América e Europa se unem na prevenção do abuso sexual de menores online

AB NOTICIAS NEWS
Agência EFE
Reprodução
Brasil, Argentina, Portugal e Espanha são alguns dos 11 países europeus e latino-americanos da Rede de Proteção de Menores ELIPSIA, que apresentou nesta terça-feira a campanha de conscientização "UnmaskPro.org", um programa que ajudará a prevenir a exploração e o abuso sexual de menores através da internet.
 

"Esta campanha tenta fornecer um filtro para dar este critério aos jovens como a ferramenta de prevenção mais eficaz", explicou a chefe de comunicação da Fundação Internacional e para a Ibero-América de Administração e Políticas Públicas (FIIAPP), organizadora do evento online, Alicia García.

A "UnmaskPro.org" tem como objetivo equipar as crianças com as ferramentas necessárias para prevenir abusos sexuais na internet, desenvolvendo seu filtro mental e sua capacidade de discernir se um estranho é alguém em quem podem confiar ou um assediador em potencial, como destacado por García.

O Programa Latino-Americano de Assistência contra o Crime Organizado Transnacional, conhecido como El PAcCTO, juntamente com a FIIAPP, a Expertise France e a Rede ELIPSIA, reuniu agências de aplicação da lei de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai para esta campanha.

A Rede ELIPSIA foi criada em 2017, em Quito, e envolve 13 países latino-americanos, além de seis europeus integrantes da Europol e da Interpol. "Pela primeira vez unidades policiais de países latino-americanos se uniram a unidades policiais de países europeus para a proteção de crianças", descreveu a secretária-executiva da Rede ELIPSIA e Chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos contra Crianças da Polícia Argentina, Sandra Moreno.

A campanha "UnmaskPro.org" também fornece aos pais recomendações sobre como desmascarar um agressor potencial na internet, uma ferramenta que "semeia este julgamento na família e assim ensina o adolescente a usar a Internet da forma mais segura", disse à Agência Efe o superintendente de Investigações Federais da Argentina, Alejandro Ñamandu. 


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