05/07/2018 às 09h55min - Atualizada em 05/07/2018 às 09h55min

Sobe para 16 número de casos suspeitos de sarampo no Rio

Secretarias de Saúde do município e do estado estão atuando em conjunto para conter a doença

Agência O Globo -
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RIO – A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou nesta quarta-feira por meio de nota que está acompanhando outros 16 casos suspeitos de sarampo na cidade do Rio, além do de uma estudante de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) de 21 anos que já teve resultado preliminar positivo dos testes para a doença, mas que ainda aguarda confirmação do diagnóstico pelo laboratório de referência nacional, da Fiocruz.

Segundo a SMS, todos os protocolos epidemiológicos referentes a acompanhamento e testagem dos pacientes com suspeita da doença, além de investigação do provável local de infecção e bloqueio vacinal estão sendo realizados em conjunto com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). A estudante, por sua vez, já retornou ao estado de origem de sua família, São Paulo, onde segue em tratamento.

Ainda nesta terça-feira, por exemplo, a SMS realizou uma ação de vacinação de bloqueio no campus da Faculdade de Direito da UFRJ no Centro do Rio. Ao todo, foram aplicadas 573 doses da vacina em integrantes da comunidade acadêmica e funcionários da instituição.

No município do Rio, os últimos casos confirmados de sarampo foram registrados em 2014 e considerados “importados”, ou seja, os pacientes teriam sido infectados em viagens a outras regiões do país ou internacionais. No Brasil, a proteção contra o sarampo é feita com as vacinas tríplice viral e tetra viral, disponíveis, conforme calendário de vacinação do Ministério da Saúde, para crianças aos 12 e aos 15 meses.

De acordo com a SMS, a cobertura vacinal contra a doença para crianças de até um ano na cidade do Rio é de 107%. Adolescentes e adultos que não tenham sido vacinados adequadamente na infância ou não saibam se já estão protegidos também podem tomar a vacina tríplice viral disponível nas unidades municipais de atenção primária, como Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde.


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