17/04/2021 às 23h41min - Atualizada em 17/04/2021 às 23h41min

A morte nunca esteve tão perto

AB Notícia News
Folha Universal
Reprodução

As informações mostram que já são mais de 300 mil mortes causadas pela Covid-19 só aqui no Brasil. A nova variante tem trazido muitas preocupações quanto à ampliação desse número, que poderá arrefecer com as medidas racionais de cuidados e com o avanço da vacinação em larga escala diariamente. Ainda assim, a morte nunca esteve tão perto de qualquer pessoa na história recente e nenhuma crise teve uma abrangência tão grande no planeta.

O novo coronavírus não faz distinção de classe econômica, etnia, grau de instrução, fama, religião ou qualquer outro fator que classifique um ser humano socialmente. Mais do que nunca, basta estar vivo para a morte estar a poucos passos, à espreita. Ela parece uma “loteria” cujo prêmio ninguém quer – e nem é preciso jogar para ser “sorteado”.
Pessoas com a saúde em dia, que nunca se viram gravemente doentes, de repente vão parar em uma Unidade de

Tratamento Intensivo (UTI) e, não raro, muitas perdem a vida. Enquanto isso, outros em idade bem avançada ou com problemas prévios de saúde bem graves sobrevivem e saem dessa situação sob aplausos das equipes médicas. Outros ainda apresentam sequelas que afetam irreversivelmente sua qualidade de vida – não param de aparecer a cada dia novas complicações que a Covid-19 deixa de “lembrança” no organismo afetado: de falta de olfato e paladar a insuficiência renal ou paralisia ou mesmo um acidente vascular cerebral (AVC).

Nunca se sabe o que pode ocorrer. Ninguém pode prever o que vai acontecer e a quem exatamente. Nem os médicos e demais cientistas da saúde, entre eles os melhores do mundo, das mais conceituadas instituições do ramo, estão conseguindo entender esse mal respiratório.

Infelizmente, muitos leitores conheciam alguém que morreu em decorrência direta ou indireta da Covid-19. Familiares e amigos se foram repentinamente. Diante disso, a pergunta que fica é: você está pronto para morrer? Cuidou de sua entrega real a Deus, sacrificando suas vontades pela dEle? E, se você for a próxima vítima, para onde vai a sua alma?

O apóstolo Paulo, ao escrever uma de suas cartas aos cristãos de Tessalônica, os advertia de que o Fim dos Tempos seria anunciado por algumas situações (não por acaso, pragas, guerras e outras desgraças bem conhecidas hoje em dia), mas que o dia propriamente dito de o Senhor Jesus voltar não seria anunciado. “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.” (1 Tessalonicenses 5.2-3). No final de 2019 havia rumores e em 2020 o mundo que seguia uma aparente normalidade foi surpreendido com o vírus e logo o planeta estava em meio a uma pandemia.

No mundo inteiro as pessoas começaram a ser abatidas, o que surpreendeu e chocou seus familiares. O vírus não quer saber se a pessoa está bem ou mal espiritualmente. Ele atira a esmo, sem foco de mira. É preciso se cuidar com as medidas protetivas seguras (distanciamento social, uso das máscaras, uso regular do álcool em gel para higienizar as mãos) e, ainda assim, os riscos existem. Se você for contaminado, há o risco de morrer. E quanto à sua alma?

Paulo continua, na mesma carta a Tessalônica: “Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Tessalonicenses 5.7-9).

A morte é a única certeza do ser humano, mas ela nunca esteve tão perto de todos com essa abrangência mundial. Essa é uma boa razão para que você medite e se pergunte: eu estou preparado? Se você acha esse aviso exagerado, a realidade não está mais leve do que isso. Basta olhar para comprovar.


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