01/11/2020 às 13h56min - Atualizada em 01/11/2020 às 13h56min

Comunidade paranaense recebeu auxílio pela primeira vez

Grupo Universal Socioeducativo realizou ação em Ponta Grossa. Saiba mais

Ab Noticia News
Folha Universal
Reprodução

Há poucos dias, o grupo Universal Socioeducativo (USE) do estado do Paraná, sul do País, promoveu mais uma importante ação do “Socioeducativo na Comunidade”. Desta vez, 15 voluntários se reuniram – durante duas horas – na Vila Coronel Cláudio, em Ponta Grossa, quarto município paranaense mais populoso.

Durante o evento, o USE levou apoio social e, sobretudo, espiritual para a comunidade local por meio de serviços prestados pelos voluntários. Essa é a primeira vez que o grupo esteve presente na região.

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Na oportunidade, foram realizados atendimentos como aferição de pressão, teste de glicemia, corte de cabelo e manicure. Além disso, também foram feitas as doações de roupas e exemplares de livros, distribuição de pipoca, algodão doce e brinquedos para as crianças.

Apesar da ajuda física ser uma necessidade local, o grupo não eximiu de fazer o mais importante: levar uma mensagem de fé e otimismo. Na ocasião, foi falado aos moradores sobre a importância de buscarmos a Deus.

De acordo com o Pastor Maurício Silva, responsável pelo grupo USE Paraná, muitas vezes as pessoas daquela comunidade se sentem esquecidas por tudo e por todos, e ações assim mostram que existem pessoas que se importam com elas e, acima de tudo, valorizam suas vidas.

Grandes transformações

O momento foi muito proveitoso e fez com que todos se sentissem beneficiados com a ação. Para a voluntária Allissandra Pacholok Zanardini, de 50 anos, foi uma experiência única e extraordinária. “Atendemos pessoas carentes e demos apoio físico e espiritual. Foi incrível observar a diferença de quando entraram e quando saíram do evento, principalmente, após a oração”, comentou ela.

Allissandra ressaltou que dois casos chamaram muito sua atenção. “De uma menina de aproximadamente 8 anos de idade, toda machucada com arranhões pelo corpo, principalmente braços e rosto. Depois de algum tempo ela contou que feriu a si própria por sentir muita raiva”, contou ela.

Além desse caso, a voluntária mencionou o caso de uma senhora que estava com o semblante angustiado. “Ao conversar com ela, além da angústia, ela também estava com problemas de saúde. Ambas receberam atendimento, a menina que acompanhei de perto saiu totalmente transformada”, contou ela.

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