04/01/2020 às 20h22min - Atualizada em 04/01/2020 às 20h22min

A influência que as marcas exercem sobre as pessoas

Assunto foi abordado durante uma live feita por Cristiane Cardoso, ao lado da colunista Núbia Siqueira. Confira

Ab Noticia News
Folha Universal
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Em recente live transmitida pelo Instagram, as colunistas Cristiane Cardoso e Núbia Siqueira trouxeram uma importante reflexão sobre a influência que as marcas exercem sobre as pessoas.

Para Núbia Siqueira, todas as pessoas, de certa forma, são influenciadas pelo que veem na televisão, nas revistas e na moda. Por isso, é comum elas se prenderem às marcas. Núbia esclarece que uma marca traz consigo muito mais do que a solução para uma necessidade material: “ela introduz um conceito, ela tem uma ideia por detrás”.

Como determinar o valor de uma pessoa?

“A marca acaba definindo as pessoas. Ela escraviza, porque se você não usa determinada marca é como se você fosse inferior a quem usa”, alerta Cristiane Cardoso.

E, de modo geral, as mulheres são muito influenciáveis. Por esta razão, elas são o principal alvo das campanhas publicitárias. Por serem muito inclinadas à vaidade, tornam-se presas fáceis e, assim, ainda que inconscientemente, passam a acreditar que precisam usar determinada marca para serem aceitas e valorizadas.

Contudo, o valor de uma pessoa não está no que ela tem, mas no que ela é. Para Cristiane, só existe uma marca – que é a preferida dela. E esta marca realmente atribui valor para quem a possui.

Era a mesma marca que o apóstolo Paulo se orgulhava de carregar. E, em um determinado momento da vida dele, quando algumas pessoas começaram a questioná-lo sobre a autoridade que tinha como apóstolo, ele disse:

Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.” Gálatas 6:17

Hoje, vivemos em um mundo no qual as pessoas se preocupam muito com as marcas, não somente de produtos, mas também com outros tipos de “marcas”. Como é o caso das tatuagens, que estão em alta, ou até mesmo dos diplomas acadêmicos que muitos gostam de ostentar.

A única marca que importa

No entanto, quem é de Deus está preocupado apenas com a aprovação dEle. Para Núbia Siqueira (foto à esquerda), essa marca que o apóstolo se refere é a que enche a alma de alegria. “O corpo dele era marcado por cicatrizes. Ele sofreu tanto pelo evangelho. Sofreu açoites, foi apedrejado, sofreu naufrágio. Então, o corpo dele devia ser muito machucado, cheio de cicatrizes, mas ele não tinha vergonha daquelas marcas, ele não queira disfarçá-las. Pelo contrário, aquelas marcas eram como troféus para ele. Ele suportou as afrontas, os maus-tratos, as injustiças, mas venceu”, explicou.

Portanto, não se envergonhe das marcas que você carrega no rosto e no corpo. Essas rugas dizem o quanto você viveu, sorriu, chorou, o quanto você se ajoelhou e orou. Essa marca de vida com Deus, a vida no Espírito, é a melhor de todas. É isso que valida quem nós somos. É a nossa essência. E não o que está do lado de fora.

A intenção é que faz a diferença

Entenda que isso não significa que é errado usar um produto de marca. O erro está na motivação. Qual é a sua intenção quando não abre mão de usar determinada marca? É mostrar que também pode ter aquilo? Mostrar status? Então o problema não é a marca, mas a sua intenção. “É a intenção que define se aquilo está agrando a Deus ou não. Não é a marca”, destaca Cristiane.

E Núbia acrescenta: “Todos nós precisamos nos vestir, calçar-nos, ter uma bolsa para carregar nossos pertences. Mas a roupa e os acessórios deixaram de ser apenas uma necessidade, para ser uma forma de ostentar, revelar o status ou se sentir melhor do que os outros. Então, aquilo que não era um pecado inicialmente, passa a ser por causa da motivação. Por isso, precisamos ficar atentas às nossas inclinações e perguntar a nós mesmas o ’porquê‘ dos nossos desejos. Só assim, o coração não nos enganará”.

Muitas pessoas que estão dentro da igreja e se dizem cristãs, querem desfrutar dos dois mundos – o espiritual e o carnal. Ficam tentando negociar princípios e valores. Elas não estão preocupadas em agradar a Deus.

Quando o foco é agradar a Deus

Mas se o seu foco é fazer a vontade de Deus, pergunte-se sempre: “isso agrada a Deus? O que Ele pensa sobre isso aqui? O que eu quero vai honrá-lO?”.

Contudo, somente aqueles que mantêm um relacionamento com Ele são capazes de ouvir a Sua voz.  Então, se você deseja conhecer a vontade de Deus, pergunte ao Espírito Santo, Ele quer ser ouvido. “Isso traz uma beleza, uma paz, uma quietude tão grande para a nossa alma, que extravasa e assim adquirimos a verdadeira beleza”, garante Núbia.

Só Deus, por meio do Espírito Santo, pode atribuir a nós esse valor. “E essa consciência de valor próprio, só quem recebe o Espírito Santo a tem”, conclui Cristiane.


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